Seguimos cada vez mais próximos dos trabalhadores da nossa base. Desta vez, levamos nossa atuação até o Hospital Geral, onde realizamos uma ação com os trabalhadores da empresa Brasanitas sobre o tema “Violência contra a Mulher no Ambiente de Trabalho: reconhecer, prevenir e romper o silêncio”.
A proposta foi levar a Secretaria da Mulher até onde os trabalhadores estão, criando um momento de conversa, troca de experiências, informação e escuta sobre uma questão que precisa envolver toda a sociedade. Afinal, o enfrentamento à violência contra a mulher não é uma responsabilidade apenas das mulheres. Os homens também têm um papel fundamental na construção de ambientes mais seguros e respeitosos.
Para enriquecer esse diálogo, contamos com a participação da Dra. Paula Moutinho, advogada criminalista, palestrante e especialista em Direitos da Mulher e Direitos Humanos, além de presidenta da Comissão de Direitos Humanos da OAB Guarulhos e do Conselho Municipal de Políticas para Mulheres de Guarulhos. Ao seu lado, também tivemos a participação da Dra. Claudia Padoan e Dra. Débora Lemos, contribuindo com o diálogo e fortalecendo esse importante momento de conscientização junto aos trabalhadores.
Durante a conversa, abordamos as diferentes formas de violência contra a mulher, os sinais que ajudam a identificar comportamentos abusivos e a importância de não naturalizar situações de humilhação, intimidação, assédio ou desrespeito, inclusive dentro do ambiente de trabalho.
Também tivemos um momento de interação com os trabalhadores, com sorteio de prêmios, promovendo integração e tornando esse espaço de conscientização ainda mais próximo e participativo.
A Comissão de Mulheres da Secretaria da Mulher acompanhou toda a ação, fortalecendo o contato direto com a categoria e mostrando que a Secretaria não está apenas dentro da sede do Sindicato. Estamos levando a Secretaria até você, chegando aos locais de trabalho para informar, orientar, acolher e ouvir.
Seguiremos presentes na base, criando espaços de diálogo e conscientização. Porque enfrentar a violência contra a mulher exige informação, respeito, participação e união de homens e mulheres.
Romper o silêncio e transformar essa realidade é um compromisso de todos nós.














